Agentes de voz no navegador e por telefone: como validar o piloto
Use o editor para revisar o agente de prompt e uma chamada telefônica para validar o canal do piloto.
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- Equipe Tigy AI
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No editor do Tigy, a equipe pode testar o agente de prompt pelo navegador. Para atender por telefone, precisa configurar a telefonia e testar uma ligação. Essas etapas verificam partes diferentes: comportamento da conversa e operação do canal.
Parta do hábito da pessoa que precisa de ajuda
No Tigy AI, o navegador permite que a equipe teste o agente no editor; a telefonia exige configurar o provedor e associar o número ao agente. Escolha o primeiro canal de validação pelo uso pretendido. Se clientes ligam para um número, a aprovação precisa incluir uma chamada para esse número, além dos testes no editor.
No navegador, considere acesso ao microfone, dispositivo e conexão. No telefone, valide número, roteamento e a integração de telefonia configurada. Esses pontos fazem parte do atendimento, mesmo quando a resposta do agente está correta.
Defina o que o agente sabe ao iniciar
O agente deve saber qual tarefa oferece e como pedir os dados necessários. O número que aparece na chamada não substitui uma confirmação exigida pela operação.
Teste a abertura da conversa sem informações adicionais e com o contexto que sua integração realmente fornece. Não dependa de dados que só existiram na demonstração.
Valide a continuidade por telefone
No Tigy, a ferramenta de transferência atende chamadas telefônicas com os provedores suportados. O teste no editor do navegador não comprova essa transferência: configure o destino e faça a verificação por uma ligação telefônica.
A transferência telefônica atual é cega e não envia automaticamente o contexto da conversa para a pessoa que recebe. Se a equipe precisar de um resumo, prepare um processo separado e valide o que ela realmente recebe.
Compare os caminhos completos
Avalie facilidade de iniciar, qualidade do áudio, conclusão da tarefa e continuidade após uma exceção. Inclua uma chamada interrompida e uma situação em que a pessoa não consegue usar o microfone.
Escolha um canal inicial e registre o que aprendeu. Expandir para outro canal exige novos testes de acesso e operação, além de reutilizar as instruções que funcionaram.
Passe do editor ao número com uma lista curta
Confirme agente salvo e publicado, número associado e origem telefônica usada no piloto. Faça uma ligação com uma pergunta conhecida, outra com ferramenta e uma exceção. Revise áudio, transcrição e operação no destino.
Se houver transferência, teste pelo canal compatível e confira destino, espera e falha. A transferência direta do Tigy não entrega automaticamente o histórico ao atendente. Qualquer continuidade por resumo exige um processo separado.
Registre horário e referência da chamada para correlacionar registros. Quando não houver execução, investigue a rota telefônica antes da interpretação do agente. Quando a execução existir, examine áudio e comportamento para localizar a próxima camada.
Escolha a evidência adequada para publicar
Um teste de texto não comprova pronúncia. Um teste de voz no editor não comprova o número. Uma ligação que toca não comprova que a ferramenta criou o registro. Defina o que cada evidência permite concluir.
Mantenha cenários comuns nas modalidades para reduzir diferenças desnecessárias, mas acrescente os casos específicos de cada canal. O piloto telefônico precisa considerar indisponibilidade e horário de atendimento humano.
Depois de alterar o roteamento ou publicar uma versão, faça uma nova ligação identificável. Essa verificação estabelece o comportamento das novas conversas, sem assumir que uma sessão antiga representa a configuração atual.
Escolha o canal pelo contexto de entrada
No Tigy AI, a conversa no navegador descrita neste guia é o teste no editor, realizado pela equipe com acesso ao workspace. Use esse teste para validar o agente e uma chamada ao número configurado para validar o atendimento telefônico.
A validação no editor permite revisar instruções e ferramentas e, em voz, observar reconhecimento, pronúncia e turnos. A validação telefônica acrescenta associação do número, áudio do provedor e operação de transferência. Use os mesmos pedidos para comparar decisões, mas mantenha esses critérios separados.
Para um piloto telefônico, considere a origem e as condições reais das chamadas: ruído, conexão, horários e destinos humanos. O agente pode responder bem no computador e ainda falhar ao receber clientes pelo número configurado. Registre o resultado do percurso completo.
Se a empresa pretende oferecer outro canal no futuro, trate isso como requisito a verificar, não como capacidade já disponível. Entrada, identificação, permissões e continuidade precisarão de testes próprios quando esse canal estiver habilitado.
Defina identificação sem confiar na aparência do canal
Um número de origem não comprova autorização para consultar dados individuais. Em testes do editor, variáveis iniciais também representam contexto de teste, e não uma verificação de identidade de cliente realizada pelo site. O sistema integrado deve decidir quais dados o contexto disponível permite consultar.
Separe dúvidas gerais de consultas individuais. Informar horário pode não exigir identificação; consultar um contrato exige as verificações do processo responsável. Defina essa diferença por tarefa para evitar coleta excessiva e acesso indevido.
Teste dados fictícios de contas diferentes, telefones compartilhados e chamadas de origem desconhecida. O agente deve pedir apenas as informações aprovadas e explicar seus limites. O sistema que guarda os dados precisa bloquear consultas sem permissão, mesmo quando a pessoa insiste ou fornece um número de registro aparentemente válido.
Teste início, falha e saída em cada canal
No editor, verifique permissão de teste, uso disponível, alterações salvas e acesso ao microfone. Execute um caso com áudio inadequado e outro por texto para separar dificuldades de entrada e decisões do agente. A falta de permissão não deve virar avaliação negativa de uma conversa que nunca começou.
Na telefonia, confirme número, agente associado e versão publicada com uma nova chamada. Inclua uma consulta conhecida, uma correção de identificador e uma exceção. Localize o registro e confira a operação externa quando houver ferramenta.
Teste transferência pelo canal telefônico compatível, incluindo horário sem equipe e destino indisponível. O teste no navegador não executa essa transferência. Resumo para o atendente exige uma integração separada e confirmação de recebimento.
Compare observações por modalidade: texto investiga lógica, voz no editor investiga áudio e chamada telefônica investiga a operação no canal. Não compare taxas de testes internos com taxas de clientes como se representassem a mesma população.
Registre a hipótese que o piloto vai avaliar
Registre a hipótese de cada etapa. Um teste por texto pode verificar se o código corrigido chega à ferramenta; voz pode verificar entendimento e confirmação; uma chamada ao número pode verificar rota e continuidade. A conclusão deve corresponder à etapa executada.
Guarde cenário, configuração, canal, resultado esperado e evidência observada. Marque condições não executadas como pendentes. Esse registro ajuda a decidir o próximo teste sem apresentar uma demonstração interna como implantação para visitantes do site.
